Resenha: Moby Dick (Originalmente feita em 30/11/13)

Todos tem sua baleia branca

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É difícil fazer uma resenha de um livro como Moby Dick. O livro, que no meu caso é uma versão de bolso, tem mais ou menos 185 páginas. Outros livros com o mesmo número de páginas mas com uma história nada interessante levaria cerca de um mês para ser lido por completo. Não é o caso de Moby Dick, escrito por Herman Melville.
Em sua época de lançamento Moby Dick teve várias críticas negativas. O livro só foi devidamente reconhecido anos depois. Uma pena que o próprio Herman Melville não possa ter presenciado tamanho sucesso que transformou seu livro num clássico da aventura infanto-juvenil.

Lançado originalmente em 1851 com o título A Baleia a história toda é narrada por Ismael (as vezes grafado Ishmael), que não é o nosso heroi mas sua função pode ser comparada à de Watson em Sherlock Holmes. Pode até fazer parte das várias aventuras, porém é na narração dos fatos que leva o destaque. Ismael, que estava sem dinheiro e sedento por aventura conhece Queequeg, uma espécie de índio caçador canibal do bem, tudo junto, e dele se torna amigo. Um belo dia, passeando em busca de um navio que pudesse lhe proporcionar a aventura marítima que desejava acaba encontrando PEQUOD, e juntamente de Queequeg embarca no navio para um viagem de 3 anos.
PEQUOD, um baleeiro, leva um capitão vingativo chamado Ahab, um homem de ombros largos, com uma enorme cicatriz que vai do rosto ao pescoço e uma perna falsa feita de osso de baleia, segundo descrito pelo querido narrador (Ismael no caso).

Ahab após quase ser morto por uma baleia branca, resolve criar sua própria vingança, arrumando uma tripulação valente e pronta para ajudá-lo a vingar-se de Moby Dick. Porém, o capitão sombrio só revela suas reais intenções depois que todos já estão em alto mar. Sem ter opções de escolha cada um da tripulação resolve levar a vingança de Ahab para o pessoal e abraçam de vez a causa.
Perto do fim do livro podemos presenciar o primeiro encontro de Ahab com Moby Dick. Seguido por outros 2 encontros que finalmente decidem o futuro não só de Ahab, Moby Dick ou Ismael, mas de toda tripulação do PEQUOD.

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